Papo Motor Episódio 5

Episódio 5

E está no ar o mais novo episódio do Papo Motor.

Dessa vez a gente falou das baixíssimas expectativas do GP da Rússia, a confusão envolvendo as mudanças das regras para 2017, e também fizemos um exercício de futurologia do passado, especulando o que aconteceria com Ayrton Senna se tivesse sobrevivido ao acidente de Ímola.

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PS: Nós estamos tendo problemas com o SoundCloud e estamos fazendo a migração dos episódios para outro site. Assim que tiver tudo resolvido, nós avisaremos!

Papo Motor Episódio 4

Episódio 4

No ar mais um episódio do Papo Motor, comigo e com o Ron Groo.

Nesse episódio a gente falou sobre o GP da China e mais um monte de bobagem que veio na cabeça.

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China 2016

O GP da China de 2016 foi uma daquelas corridas em que tudo poderia ter acontecido. Mesmo sem chuva, o caos deu as caras em Xangai, e fez com que a terceira etapa do Mundial fosse a mais divertida até aqui.

Como sempre, em tópicos.

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Largada do caótico GP da China (Foto: Getty Images)

Mercedes – Nico Rosberg vive uma realidade que nem em seus mais belos sonhos ele poderia imaginar. Com a sorte ao seu lado, o alemão fez uma bela corrida, mesmo tendo largado mal e perdido a ponta para Daniel Ricciardo, impôs um domínio acachapante e venceu com o pé nas costas a sua terceira corrida na temporada (sexta seguida desde o GP do México de 2015), e abriu uma confortável vantagem para seu companheiro de equipe no Mundial. Já Lewis Hamilton padeceu no extremo oriente. O britânico ficou sabendo que teria que perder cinco posições no grid, devido a uma troca de câmbio, teve problemas com sua unidade de potência no sábado e nem marcou tempo na qualificação. Largou em último. Na largada se enroscou com Felipe Nasr, teve que fazer cinco pit stops, e ainda ficou agarrado atrás de Felipe Massa no fim da prova, quando vinha escalando o pelotão. O sétimo lugar deixa um gosto amargo na boca do tricampeão, e é sinal de que 2016 pode ser um ano muito longo para ele.

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Rosberg vence mais uma e abre boa vantagem no Mundial (Foto: Sutton Motorsport Images)

Ferrari – A Máfia de Maranello mostrou que ritmo de corrida eles têm, e seus pilotos mostraram o porquê de serem campeões do mundo. Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen tiveram um pequeno enrosco na largada, ambos com seus carros danificados, tiveram que ir aos boxes e precisaram fazer corridas de recuperação. Com excelente ritmo os dois conseguiram se recuperar. Vettel chegou num excelente segundo lugar e Raikkonen em quinto, com direito a uma brilhante ultrapassagem sobre Lewis Hamilton no fim da prova. Definitivamente a Ferrari mostra que vem evoluindo de forma sólida, o bom trabalho do time tem sido recompensado com ótimas posições nas corridas. Ainda vai incomodar bastante a Mercedes esse ano. Um adendo: Sebastian Vettel deveria ter sido punido pela dupla ultrapassagem que fez na entrada dos boxes sob bandeira amarela, não foi e a não punição ajudou bastante no resultado final do germânico.

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Raikkonen e Vettel se tocaram e tiveram de fazer corrida de recuperação (Foto: Sutton Motorsport Images)

Red Bull – O time das latinhas vem confirmando sua evolução em relação a 2015. Daniil Kvyat se envolveu num enrosco com Vettel e Raikkonen no começo, fez ótima recuperação e chegou em terceiro. Daniel Ricciardo fez uma excelente largada, tomou a ponta, mas teve um pneu estourado, que comprometeu sua corrida. Perdeu um pódio certo, mas ainda conseguiu um excelente quarto lugar. A Red Bull já ultrapassou a Williams e já realidade o fato de que o time austríaco é a terceira força do certame, afastando o risco de andar atrás de sua equipe B. Com grana e gente capacitada em seus quadros, pode evoluir ainda mais e incomodar a Ferrari.

Williams – Grande corrida de Felipe Massa em Xangai. Com o limitado FW38, o brasileiro conseguiu se manter entre os ponteiros durante boa parte do GP Chinês e, com ajuda do time, que finalmente acertou na estratégia, manteve-se sempre na região dos pontos. Destaque para sua briga com Lewis Hamilton. Massa segurou o tricampeão de forma brilhante e conseguiu um suado sexto lugar, mas merecia melhor posição. Já Bottas se arrastou na pista. Com atuação apagada, o finlandês ainda saiu no lucro com o décimo lugar.

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Felipe Massa fez excelente corrida a bordo de seu limitado FW38 (Foto: Sutton Motorsport Images)

Toro Rosso – O time de Faenza não teve o mesmo desempenho do Bahrein, mas Max Verstappen e Carlos Sainz Jr foram bem, chegaram nos pontos, e mostraram consistência na pista. A equipe segue mostrando evolução, assim como seus jovens pilotos.

Force India – O grande destaque no fim de semana dos indianos foram as duas punições sofridas por Nico Hülkenberg. O alemão foi penalizado com a perda de três posições no grid, no sábado, devido a uma roda mal encaixada que se soltou de seu carro. Já na corrida, precisou parar por cinco segundos no box por ter andado demasiadamente lento no pit lane. A meu ver, em ambos os casos, a culpa foi da equipe. Primeiro por liberar o piloto para ir para pista com uma roda mal encaixada na qualificação, segundo por ter chamado os dois pilotos ao mesmo tempo para a troca de pneu durante a bandeira amarela, fazendo com que o germânico tivesse que quase parar para esperar seu companheiro terminar sua troca. Uma boa multa aplicada ao time estaria de bom tamanho. No mais, corrida normal do time indiano, finalizando no meio do bolo, com brilharecos de Sergio Pérez ao longo da prova. Hülkenberg conseguiu fazer a volta mais rápida da prova.

McLaren – Fernando Alonso voltou a guiar o MP4/31 mas, ainda sentindo dores devido ao acidente em Melbourne, não pode fazer muita coisa, embora tenha andado bem. Button também chegou a andar no pelotão da frente, mas isso se deve mais ao caos do que à sua performance. Ao menos ninguém quebrou o carro, nem se quebrou, nesse GP da China.

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Mesmo com dores, Fernando Alonso voltou a correr na China (Foto: Sutton Motorsport Images)

Haas – Corrida apagada do time ianque. O desempenho nem de longe lembrou o brilhantismo dos dois primeiros GPs. O ritmo muito ruim da Haas em Xangai, fez com que nem Grosjean nem Gutiérrez conseguissem chegar nos pontos. Vamos ver o que vai acontecer nas próximas etapas.

Sauber – A crise da equipe parece não ter fim. A ida dos dois pilotos ao Q2 nos treinos parecia mostrar que o time suíço teria uma chance de melhora em Xangai, mas a realidade deu as caras na corrida. Sem muito o que fazer, os pilotos andaram no meio do bolo, terminaram fora dos pontos e vivem a angústia de não saber o que o futuro lhes reserva. Felipe Nasr ainda teve o azar de se envolver em um toque com Hamilton na largada. Além disso o brasileiro anda irritado com o fato de que seu carro supostamente anda muito pior que o de seu companheiro Ericsson. A cada dia que passa, fica mais evidente que a Sauber possa mesmo ser comprada pela FCA (FIAT-Chrysler) e se transformar no time oficial da Alfa Romeo. Sergio Marchionne, presidente do grupo, esteve no GP Chinês e disse expressamente que essa é uma possibilidade real.

Manor e Renault – Vou falar das duas juntas para poupar tempo. Pascal Wehrlein até teve um brilhareco na largada (eu venho falando que esse moleque é bom, gostaria de vê-lo num carro competitivo) mas a realidade é dura. Os dois times andaram atrás e passaram despercebidos. É evidente que a Renault não está dando a mínima para a temporada de 2016 e já tem os olhos voltados para 2017. Resta saber se essa estratégia vai funcionar.

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O pódio do GP da China (Foto: Sutton Motorsport Images)

Um dado curioso sobre esse GP da China: Não houve nenhum abandono, todos os 22 pilotos cruzaram a linha de chegada.

A próxima etapa da Fórmula 1 é o GP da Rússia, dia 1º de maio, nas ruas de Sochi.

Classificação final:

Sem título

Volta mais rápida: 1:39.824 – Nico Hülkenberg (Volta 48)

Papo Motor Episódio 3

Episódio 3

E está no ar mais uma edição do Papo Motor!
Dessa vez a gente falou da vitória das equipes e pilotos na questão da classificação, falamos sobre a briga de poder na Fórmula 1, sobre as expectativas para o GP da China e muito mais.
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PS: A partir de agora, os novos episódios vão ao ar às quartas-feiras à noite.

Resumão (2)

Aproveitando que o Papo Motor está no ar, vamos voltar com nossa seção de resumo das principais notícias da Fórmula 1.

Como tem sido o padrão, vamos aos tópicos.

Classificação.

Ok, é um pouco chato ficar indo e voltando nesse assunto, mas a verdade é que a coisa anda tão complicada nesse quesito, que nunca é demais falar sobre.
A novidade agora é que a FIA propôs um formato onde cada piloto deve dar, ao menos duas voltas lançadas, e os tempos dessas duas voltas sejam somados para se fazer uma média e definir as posições.
A princípio a proposta lembra a regra que vigorou no início dos anos 90, quando havia duas sessões de qualificação, uma na sexta-feira e outra no sábado, e os tempos eram somados. O problema é que isso seria mesclado ao atual modelo, com a sessão dividida em três partes (Q1, Q2 e Q3) com os pilotos tendo de somar tempo em todas as três sessões. Imagina só a confusão que isso vai dar. O alemão Sebastian Vettel já veio a público dizer que a ideia “é uma merda”, e até seu companheiro de Ferrari, Kimi Raikkonen, que não costuma se meter nesses assuntos, disse que na Fórmula 1 “Há tanta política e besteira que às vezes é uma loucura”, numa crítica não só ao formato de classificação, mas ao esporte em geral, conforme informação do Grande Prêmio. E eu concordo plenamente com ambos (embora não usaria o linguajar do Vettel aqui no blog… hehehe). O Ron Groo disse, no Papo Motor, que a ideia por trás desse formato é evitar que os pilotos marquem tempo e depois voltem aos boxes. Muito louvável, mas pouco efetivo. É muito fácil dar duas voltas rápidas seguidas e voltar ao box, principalmente para os carros de ponta. Ou seja, a medida não serviria para nada, a não ser complicar, mesmo que só um pouco, as coisas. Volto a defender a ideia de que se deva manter o formato com a sessão de classificação dividida em três partes, mas o tempo poderia ser reduzido, principalmente no Q2 e Q3 (no Q1 as equipes pequenas aproveitam para “se mostrarem”, e seria maldade tirar esse tempo de exposição delas) com cada parte tendo seu tempo reduzido. Suponhamos: um Q3 com cinco minutos, contados a partir do primeiro carro a abrir volta rápida, seria o suficiente para que houvesse mais ação em pista. Ou mesmo a volta do antigo formato de sessão de uma hora de duração, com cada piloto dando 12 voltas e pronto.
Mas existe um problema ainda maior nisso tudo, que é o regulamento de pneus. É simplesmente chocante o fato de que, mesmo depois de anos, essa regra imbecil de se largar com os pneus usados no Q2 ainda exista. É justamente essa regra idiota que faz com que todo mundo dê uma volta e depois recolha os carros para os boxes. Quando a FIA se der conta disso e, ao menos, acabar com essa coisa de os pilotos terem que largar com pneus usados na classificação (o ideal seria a volta dos pneus específicos de classificação, até a Pirelli já deu essa ideia), as coisas podem ficar interessantes nos treinos classificatórios.

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Vettel sobre a proposta da FIA: “é uma merda” (Foto: Getty Images)

Haas

É consenso que a Haas é a grande surpresa positiva da temporada de 2016. A equipe americana, depois de dois grandes resultados nas duas primeiras provas do ano, mostrou que não veio para a Fórmula 1 a passeio e pode incomodar as equipes já estabelecidas.
Mas é uma pena que o time capitaneado pelo bilionário Gene Haas tenha tomado a decisão de parar o desenvolvimento do carro desse ano para se concentrar no carro de 2017, decisão essa tomada ainda no fim de semana do GP da Austrália.
A meu ver, é uma decisão extremamente precipitada. Ok, a gente sabe que as regras mudam bastante para o ano que vem e também sabe que quem começar mais cedo pode ter vantagens, principalmente uma equipe com o know-how e aporte técnico que o time ianque tem. Inclusive essa é a justificativa de Gene Haas para essa decisão.
O problema com tudo isso, é que a equipe tem potencial de sobra para conseguir bons resultados ainda nesta temporada. Tem grana, tem conhecimento, tem um baita suporte técnico da Ferrari (motores e câmbios atualizados), além de ter um piloto que vem se mostrando cada vez mais consistente, como Romain Grosjean. Inclusive o franco-suíço diz que o time tem potencial para melhorar em torno de meio segundo nas classificações, mesmo sem muita coisa o que mexer no carro, segundo reportagem, novamente, do Grande Prêmio. Isso pode sinalizar uma mudança de pensamento por parte da equipe? Não sei, mas acredito que, caso a Haas consiga manter esse nível, a equipe pode, sim, cogitar voltar atrás na sua decisão e trazer ao menos um pacote de atualizações durante o ano.
Vamos esperar para ver.

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Segundo Grosjean, Haas pode melhorar até 0,5 segundo nas próximas etapas. (Foto: Getty Images)

Mudanças nas regras para 2017

Até mesmo as mudanças que a FIA definiu para o ano que vem vêm sendo questionadas. Como se sabe, os chassis sofrerão mudanças que poderão fazer com que os carros fiquem até 3 segundos mais rápidos do que são hoje. Além disso, a Federação também quer pneus maiores e mais largos, com a intenção de equilibrar a importância da aderência aerodinâmica com a aderência mecânica.
Até aí tudo bem, eu acredito que esse é o caminho certo a se seguir. Com carros menos dependentes da aerodinâmica, tem-se menos turbulência gerada para os carros que vêm atrás, o que permite a aproximação e ultrapassagens sem precisar se recorrer a artificialidades como a asa móvel.
Os problemas começam com o fato de que mesmo que se tenha um maior equilíbrio entre as aderências aerodinâmica e mecânica, os carros irão passar a gerar mais downforce, principalmente em curva, o que vai aumentar a carga da força G a que os pilotos serão submetidos. Segundo o amigo Paulo Alexandre Teixeira, o Speeder 76, do blog Continental Circus, os pilotos já reclamam disso, com  Lewis Hamilton dizendo que o regulamento deveria privilegiar maior aderência mecânica.
Até a Pirelli entrou na discussão, cobrando agilidade por parte da FIA para que as regras sejam logo definidas, porque o tempo hábil vem se esgotando, e a fabricante italiana teme que sua imagem possa sair arranhada, caso as coisas não sejam feitas da maneira correta.
Tudo isso, essa pressão toda, levou o presidente da FIA, Jean Todt, a declarar que a entidade deveria ter o controle total da categoria, alegando que “Esta seria a coisa mais lógica. A FIA deveria ter o controle total, como regulador e legislador da Fórmula 1. Mas historicamente nunca foi assim, e foi isso que herdei, dessa forma”, segundo declaração dada à revista Autosport, replicada em reportagem do Globo Esporte. Na mesma matéria, é citada uma carta aberta assinada pelos pilotos (não citados quais) que diz que a chefia da Fórmula 1 estaria “obsoleta e mal estruturada”. Jean Todt respondeu convidando os pilotos a debaterem com ele a respeito de suas preocupações mas alfinetou, dizendo que são poucos os pilotos conhecem a estrutura de governo da Fórmula 1.
Isso ainda vai dar muito “pano pra manga”, e é quase que iminente uma queda de braço entre pilotos, equipes, a FIA e a FOM. Na minha opinião, essa é a hora de os pilotos começarem a dar vazão às suas ideias e buscarem um lugar de maior destaque nas decisões da categoria. Ao contrário do que Jean Todt (e Lewis Hamilton também) acreditam, os pilotos sabem sim o que é melhor para a categoria, afinal são eles quem guiam os carros, são eles quem arriscam os seus pescoços a cada 15 dias para que nós possamos nos entreter.

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A Pirelli pede agilidade nas decisões sobre as mudanças das regras. (Foto: SkySports)

Sauber

Um último assunto: Segundo o jornalista Rafael Lopes, do blog Voando Baixo, a história de que a Sauber não iria aos GPs da China e Rússia não passam de boatos infundados. Mas a chefe da equipe, Monisha Kaltenborn, negocia o futuro do time. Existem, de fato, negociações com a FCA (FIAT) para que o time seja comprado e transformado na equipe de fábrica da Alfa Romeo, e também com a Tetrapak.
Ainda segundo o jornalista, boa parte do equipamento da equipe suíça já está em Xangai para o GP da China.

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Especulações e boatos sobre o futuro da Sauber (Foto: Getty Images)

Esse foi o nosso resumão de noticias. Fiquem ligados, e não se esquecem que na segunda (ou terça) que vem, tem episódio novo do Papo Motor!

Papo Motor Episódio 2

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Está no ar o segundo episódio do Papo motor, comigo e com o Ron Groo.
Dessa vez a gente falou sobre o GP do Bahrein, a polêmica da classificação, a decisão da Haas de parar o desenvolvimento, e muito mais.

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