Bélgica 2011

Depois de longas três semanas, chegamos a Spa-Francorchamps para o GP da Bélgica. Não vou me aprofundar sobre o mágico circuito belga, porque já fiz alguns textos sobre ele, e acho que todo mundo conhece bem a história de Spa.

A grande novidade para o GP é a promoção de Bruno Senna ao posto de titular da Renault (imagino quanta gente deve estar chorando de emoção nesse momento…). Nick Heidfeld não vinha correspondendo e levou um belo pé no traseiro (Eddie Jordan já havia ventilado a notícia no site da BBC há alguns dias). E pelo que eu vi no (ótimo) blog do Flávio Gomes, a equipe retirou o nome do alemão da lista de pilotos de seu site oficial, ou seja, o Senninha fica até o fim do ano.

Além disso, a FIA resolveu proibir o uso da Asa Móvel na Eau Rouge durante os treinos livres e classificação, devido ao risco que os pilotos correriam de perder o controle do carro com mais facilidade devido à redução de pressão aerodinâmica com o dispositivo em uso (lembrando que o uso da Asa Móvel geralmente é permitido em toda a pista nessas sessões).

De resto, nada de diferente: a Red Bull segue olhando para o retrovisor preocupada com o que a McLaren e a Ferrari podem aprontar nessa segunda parte do campeonato, principalmente na Bélgica e na Itália, que são duas pistas que não favorecem tanto assim os carros austríacos.

Essa será 57ª vez que a corrida será disputada, a última edição foi vencida por Lewis Hamilton, e o pole-position foi Mark Webber, com o tempo de 1:45.778 (Para mais estatísticas leia aqui).

Hamilton no pódio em Spa, 2010

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